terça-feira, 2 de agosto de 2011
quinta-feira, 28 de julho de 2011
terça-feira, 26 de julho de 2011
sábado, 23 de julho de 2011
Campanha De Morte No Irão
Sucedem-se os "incidentes" com os cientistas do programa nuclear iraniano. De há alguns anos para cá, já foram assassinados vários. Ainda hoje, foi mais um.
Não é preciso ser bruxo para perceber quem está por trás destes ataques. O lóbi sionisto-pencudo-americano-NATO-europeu. O tal que constantemente faz ameaças aos iranianos, e que os quer mansos e dóceis para com o ocidente.
Não é preciso ser bruxo para perceber quem está por trás destes ataques. O lóbi sionisto-pencudo-americano-NATO-europeu. O tal que constantemente faz ameaças aos iranianos, e que os quer mansos e dóceis para com o ocidente.
quinta-feira, 21 de julho de 2011
Novos Estupros Na Política Francesa
Nicolas e Angela numa pequena rua sórdida, poucos minutos antes do Crime.

Desta vez, não é o Dominique Strauss-Kahn. É mais à Direita.
Nicolas Sarkozy tenta violar Angela Merkel, mas esta resiste do melhor que consegue.
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Uma "Surpresa" Completa
Para o enésimo bailout aos parasitas gregos, anda-se há tempos a falar duma "participação" do sector privado, nomeadamente dos bancos europeus. Aparentemente, tudo muito espontâneo, com os Estados europeus a contentarem-se com um papel "incentivador" e "coordenador". Esta ideia, como era óbvio desde o princípio, só podia ser uma armadilha. Se realmente fosse vantajoso investir em dívida do Estado grego, os investidores fá-lo-iam por si, sem necessidade de incentivos.
Como não é o caso, a UE quer tirar um coelho do seu chapéu mágico. Qual será ele, qual será ele?... Suspense... UM NOVO IMPOSTO.
Um imposto sobre todos os bancos da Europa, para financiar os governos mais perdulários da Europa, assim como salvar os bancos mais irresponsáveis que lhes emprestaram dinheiro. Um bailout entre bancos, em suma. Com prejuízo para o consumidor, no final.
Como não é o caso, a UE quer tirar um coelho do seu chapéu mágico. Qual será ele, qual será ele?... Suspense... UM NOVO IMPOSTO.
Um imposto sobre todos os bancos da Europa, para financiar os governos mais perdulários da Europa, assim como salvar os bancos mais irresponsáveis que lhes emprestaram dinheiro. Um bailout entre bancos, em suma. Com prejuízo para o consumidor, no final.
domingo, 17 de julho de 2011
sábado, 16 de julho de 2011
sexta-feira, 15 de julho de 2011
quinta-feira, 14 de julho de 2011
Zimbabwe Pela Positiva
Parece que no Zimbabwe não há execuções capitais há vários anos porque... ninguém quer ser carrasco. O governo não consegue contratar gente para tal tarefa.
Se esta história é verdadeira, é um grande sinal de decência por parte do povo do Zimbabwe.
Se esta história é verdadeira, é um grande sinal de decência por parte do povo do Zimbabwe.
terça-feira, 12 de julho de 2011
Tudo Pelo Aborto, Nada Contra O Aborto
Mais uma vez, o Estado a fazer o que pode para facilitar o aborto. Não vão as mulheres ouvir o coração e lembrar-se de ter filhos. Não queremos isso, pois não?!
A Inspecção-Geral das Actividades em Saúde (IGAS) recomenda aos hospitais públicos que retirem dos gabinetes onde atendem mulheres para interrupção voluntária da gravidez objectos que possam interferir com a escolha das utentes.
segunda-feira, 11 de julho de 2011
A Máfia Rockefeller
Uma reportagem sucinta sobre uma das famílias mais perversas do século XX: os Rockefellers. Descreve bem as manhas que usam para promover a sua agenda de centralização política, de decadência e de morte: o suborno, a aldrabice semântica, o gradualismo, a infiltração/captura/deturpação de estruturas existentes, e o uso do poder político para a propaganda e para a "enganharia social" (=o controlo das pessoas). Tudo métodos insidiosos, próprios de gente imoral.
sábado, 9 de julho de 2011
Pobre Somália
Os ocidentais, os globalistas, os vizinhos e os intervencionistas de todas as estirpes não a deixam em paz:
"Let me get this straight. To combat communism in east Africa, the United States propped up a Marxist dictator. After sending troops to battle the warlords, it intervened again to assist the warlords. It did this about-face to stanch the growth of Islamism, but the effect was to put an Islamist group in charge of the country. And after Washington backed an invasion and occupation of the nation to end the Islamic Courts Union's control, the result was a government run by a former commander of the Islamic Courts Union?"
No Reason Magazine.
"Let me get this straight. To combat communism in east Africa, the United States propped up a Marxist dictator. After sending troops to battle the warlords, it intervened again to assist the warlords. It did this about-face to stanch the growth of Islamism, but the effect was to put an Islamist group in charge of the country. And after Washington backed an invasion and occupation of the nation to end the Islamic Courts Union's control, the result was a government run by a former commander of the Islamic Courts Union?"
No Reason Magazine.
sexta-feira, 8 de julho de 2011
“Teoria do Município”
Via Monarquia Tradicional:
Apêndice à Teoria do Município - António Sardinha
Apêndice à “Teoria do Município”
Para o Congresso Nacional Municipalista do Porto em 1924, que não chegou a realizar-se, escreveu António Sardinha, então Presidente da Câmara Municipal de Elvas, as teses seguintes:
1ª Tese
O Município não é uma criação legal. Anterior ao Estado, é preciso defini-lo e tê-lo como organismo natural e histórico.
2ª Tese
A descentralização administrativa não é, por isso, suficiente para resolver o problema municipalista.
3ª Tese
Órgão da vida local, inteiramente extinta, mas que é preciso ressuscitar para que haja vida nacional consistente e intensa, o Município deve ser restaurado nos termos em que vicejaria hoje o velho e tradicional município mediévico, se o seu desenvolvimento não tivesse sido estrangulado por factores de sobejo conhecidos.
4ª Tese
Essa restauração do nosso antigo Município equivale a considerá-lo não como uma simples função administrativa, mas como um centro de vida própria, espécie de unidade orgânica, abrangendo todas as relações e interesses dos seus convizinhos, desde o ponto de vista familiar e económico até ao ponto de vista cultural e espiritual.
5ª Tese
Restaurado em tais condições, o Município, simultaneamente suporte e descongestionador do Estado, contribuirá para atenuar a crise mortal que este atravessa, vítima do centralismo excessivo que o depaupera e abastarda.
6ª Tese
Como, em harmonia com o meio físico e a sua estrutura económica específica, os Municípios se não podem reduzir a um tipo único, – e esse é o erro da legislação herdada da revolução francesa – os Municípios poderão e deverão classificar-se segundo as características que lhe imprimam personalidade em MUNICÍPIOS RURAIS, MUNICÍPIOS INDUSTRIAIS, MUNICÍPIOS MARÍTIMOS, etc., havendo que admitir o MUNICÍPIOS-CIDADE, para os grandes centros urbanos.
7ª Tese
A classificação dos municípios, requerida por eles, importa consigo uma lei orgânica própria, – ou foral –, que o Município redigirá, entrando em vigor desde que receba a sanção do poder central.
8ª Tese
E como, na tendência crescente para a substituição do “indivíduo” pelo “grupo”, é preciso constranger o sufrágio a aceitar novos moldes, a constituição das câmaras municipais deverá sair, em número igual, de vereadores eleitos directamente e de representantes ou delegados das associações e sindicatos existentes na área de concelho.
9ª Tese
Na eleição municipal terão voto, além dos cidadãos em pleno exercício desse direito, as mulheres viúvas com lar constituído.
10ª Tese
Revogar-se-ão, com critério prudente, as leis de desamortização no tocante aos Municípios, podendo estes adquirir terrenos para aforar nos termos do “casal de família”, – regímen a que igualmente poderão ficar sujeitos os baldios ainda existentes.
11ª Tese
Para semelhante fim necessitam os Municípios ser autorizados ao lançamento de um tributo ou imposto especial sobre os proprietários absentistas.
12ª Tese
Dentro dos Municípios e onde houver Misericórdias, a estas admiráveis e tão portuguesas instituições deverão pertencer as funções de assistência pública, como base local e consequentemente descentralizada, cabendo às câmaras municipais dispensar o apoio e auxílio de que as Misericórdias careçam para bem cumprirem a sua augusta missão.
13ª Tese
Poderão os Municípios federar-se constituindo “regiões” em substituição dos “distritos” – decalque da legislação francesa, sem realidade geográfica nem justificação tradicional.
14ª Tese
Aos Municípios que pela sua pequenez ou insuficiência financeira não seja possível existência autónoma, permitir-se-á também que se federem com outros, mas sem a perda da sua personalidade.
15ª Tese
A instrução primária deve ser de base técnica e regional.
16ª Tese
É imperioso restaurar as Províncias, dotando-as de órgãos próprios e adequados.
In À Sombra dos Pórticos
Para o Congresso Nacional Municipalista do Porto em 1924, que não chegou a realizar-se, escreveu António Sardinha, então Presidente da Câmara Municipal de Elvas, as teses seguintes:
1ª Tese
O Município não é uma criação legal. Anterior ao Estado, é preciso defini-lo e tê-lo como organismo natural e histórico.
2ª Tese
A descentralização administrativa não é, por isso, suficiente para resolver o problema municipalista.
3ª Tese
Órgão da vida local, inteiramente extinta, mas que é preciso ressuscitar para que haja vida nacional consistente e intensa, o Município deve ser restaurado nos termos em que vicejaria hoje o velho e tradicional município mediévico, se o seu desenvolvimento não tivesse sido estrangulado por factores de sobejo conhecidos.
4ª Tese
Essa restauração do nosso antigo Município equivale a considerá-lo não como uma simples função administrativa, mas como um centro de vida própria, espécie de unidade orgânica, abrangendo todas as relações e interesses dos seus convizinhos, desde o ponto de vista familiar e económico até ao ponto de vista cultural e espiritual.
5ª Tese
Restaurado em tais condições, o Município, simultaneamente suporte e descongestionador do Estado, contribuirá para atenuar a crise mortal que este atravessa, vítima do centralismo excessivo que o depaupera e abastarda.
6ª Tese
Como, em harmonia com o meio físico e a sua estrutura económica específica, os Municípios se não podem reduzir a um tipo único, – e esse é o erro da legislação herdada da revolução francesa – os Municípios poderão e deverão classificar-se segundo as características que lhe imprimam personalidade em MUNICÍPIOS RURAIS, MUNICÍPIOS INDUSTRIAIS, MUNICÍPIOS MARÍTIMOS, etc., havendo que admitir o MUNICÍPIOS-CIDADE, para os grandes centros urbanos.
7ª Tese
A classificação dos municípios, requerida por eles, importa consigo uma lei orgânica própria, – ou foral –, que o Município redigirá, entrando em vigor desde que receba a sanção do poder central.
8ª Tese
E como, na tendência crescente para a substituição do “indivíduo” pelo “grupo”, é preciso constranger o sufrágio a aceitar novos moldes, a constituição das câmaras municipais deverá sair, em número igual, de vereadores eleitos directamente e de representantes ou delegados das associações e sindicatos existentes na área de concelho.
9ª Tese
Na eleição municipal terão voto, além dos cidadãos em pleno exercício desse direito, as mulheres viúvas com lar constituído.
10ª Tese
Revogar-se-ão, com critério prudente, as leis de desamortização no tocante aos Municípios, podendo estes adquirir terrenos para aforar nos termos do “casal de família”, – regímen a que igualmente poderão ficar sujeitos os baldios ainda existentes.
11ª Tese
Para semelhante fim necessitam os Municípios ser autorizados ao lançamento de um tributo ou imposto especial sobre os proprietários absentistas.
12ª Tese
Dentro dos Municípios e onde houver Misericórdias, a estas admiráveis e tão portuguesas instituições deverão pertencer as funções de assistência pública, como base local e consequentemente descentralizada, cabendo às câmaras municipais dispensar o apoio e auxílio de que as Misericórdias careçam para bem cumprirem a sua augusta missão.
13ª Tese
Poderão os Municípios federar-se constituindo “regiões” em substituição dos “distritos” – decalque da legislação francesa, sem realidade geográfica nem justificação tradicional.
14ª Tese
Aos Municípios que pela sua pequenez ou insuficiência financeira não seja possível existência autónoma, permitir-se-á também que se federem com outros, mas sem a perda da sua personalidade.
15ª Tese
A instrução primária deve ser de base técnica e regional.
16ª Tese
É imperioso restaurar as Províncias, dotando-as de órgãos próprios e adequados.
In À Sombra dos Pórticos
(retirado do "blog" "Integralmente Lusitano".http://integralmentelusitano.blogspot.com/2006/06/teoria-do-municpio-de-antnio-sardinha.html )
O Desenvergonhado Marinho

O que é que distingue um homem justo dos restantes? O homem justo não defende privilégios para si ou para os seus. Defende os mesmos princípios para todos. Não faz ética por eclipse.
O Marinho Pinto não é um homem decente, segundo este critério. Faz críticas veementes e bombásticas a tudo e todos, no sistema político-judicial. Críticas frequentemente acertadas. Mas... quando toca à sua querida casta dos advogados, torna-se um defensor feroz de privilégios e injustiças. Mais específicamente, faz sistemáticamente tudo aquilo que está ao seu alcance para restringir o acesso à profissão de advogado, conferindo assim privilégios corporatistas aos seus e a si mesmo. Para grande mal de todos os consumidores (obrigados a pagar preços mais altos por serviços de menor qualidade) e de todos os potenciais advogados impedidos de ganhar a vida por burocracias absurdas.
O Marinho Pinto é um perú, membro pseudo-populista da elite parasita. Faz glú glú. Mas não tem substância.
O Bandido Tem Medo
Sócrates Mantém Segurança Da PSP
Faz ele bem em ter medo. Depois de ter extorquido massivamente o país, depois de o ter traído - entregando-o a organizações estrangeiras, depois de o ter sufocado com inúmeras leis liberticidas, e depois de ter falido um sem-fim de empresas, ao mesmo tempo que punha rios de dinheiro público ao bolso, não lhe faltam inimigos desejosos de lhe cortar a cabeça.
Faz ele bem em ter medo. Depois de ter extorquido massivamente o país, depois de o ter traído - entregando-o a organizações estrangeiras, depois de o ter sufocado com inúmeras leis liberticidas, e depois de ter falido um sem-fim de empresas, ao mesmo tempo que punha rios de dinheiro público ao bolso, não lhe faltam inimigos desejosos de lhe cortar a cabeça.
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Viva A Moody's!
Ao desencorajar a concessão de crédito à república portuguesa, a Moody's vai ter mais efeito no combate ao endividamento e à despesa do que dez blogues liberais juntos.
quarta-feira, 6 de julho de 2011
FLAMA!

"Bandeira do Terrorismo Interrompe os Trabalhos"
Claro, os madeirenses não querem a independência. Mamam demais do orçamento da república para isso.
Piada Do Dia (Atenção, Esta É Boa!)

"Se o Passos Coelho não puser as contas em ordem, vai tudo ao ar!"
É incrível o que a casta parasita está disposta a dizer e fazer para manter os seus privilégios, recusando enfrentar a verdade: o Estado tem que CORTAR A SÉRIO NA DESPESA.
O Mira Amaral, ex-ministro da Indústria (isto existe? serve para quê?) acabou de proferir uma das mais belas enormidades dos últimos meses. Qualificou o recente corte da dívida pública portuguesa para o nível de "lixo" (o seu verdadeiro nível, visto que o Estado vai entrar em bancarrota nos próximos anos) de TERRORISMO. A sério, ele teve a ousadia de dizer isso!
Para quem pensava que os terroristas são barbudos e andam de Kalashnikov nas montanhas afegãs, desengane-se. Eles andam de fato e gravata, infiltrados no coração do Ocidente tipo camaleão (os falsos!), na praça financeira de Nova-Iorque!
PENA DE MORTE PARA ELES! TORTURA, QUE ESTAMOS NUMA EMERGÊNCIA!
Actualização - a palhaçada continua:
Director de agência da ONU pede extinção de agências de rating
Descida do rating pela Moody’s é “imoral e insultuosa”, diz o presidente da CGD
"Esta é uma nota da Moody's ao anterior Executivo"
Passos Coelho: "É o chamado murro no estômago"
Barroso ataca agências de 'rating' e lamenta corte a Portugal
Berardo diz que o "BCP está de perfeita saúde"
Ulrich contra Europa “escravizada” por “agências americanas”
Europa indignada com corte de 'rating' a Portugal
Moody's deu "mais um tiro certeiro no navio Portugal"
Cavaco Silva diz “não haver mínima justificação” para corte de rating feito a Portugal
Isto é o que acontece quando se arranca uma garrafa de vinho da mão dum alcóolico.
Subscrever:
Mensagens (Atom)