quinta-feira, 30 de junho de 2011

O Monstro Tem Fome


O "sonho" dum imposto europeu, para financiar a UE, não desaparece. Se ou quando isso acontecer, será uma das medidas mais eficazes para centralizar o poder político em Bruxelas e logo, restringir as liberdades e a independência de todos os países europeus.

PERIGO IMINENTE!

quarta-feira, 29 de junho de 2011

TACN: Com Bonecos Entra Melhor



TACN? -> Teoria Austríaca do Ciclo dos Negócios

Privatizaçõezinhas

Ao ler-se algumas medidas do novo programa de governo, fica-se cláramente com a ideia que são meras intenções sem amanhã.

Fala-se da privatização da RTP, mas quando se vai ver os detalhes, só um canal será privatizado. O resto, canaizitos, rádios, fica tudo lá. Prevê-se a privatização da TAP, mas só quando se encontrar um comprador disposto a "garantir a manutenção da respectiva imagem como “companhia-bandeira”, a manutenção das principais operações da TAP tendo como base o aeroporto de Lisboa e também a continuidade dos serviços para as ilhas." Quer-se privatizar os CTT, mas primeiro tem que se "proceder à definição do modelo de privatização". Enfim, tretas. Assim nunca mais.

O que era de esperar. Os governos só privatizam a sério quando as receitas começam a faltar mesmo. Ora os impostos não baixaram, e o FMI, a UE, o BCE e os credores continuam a financiar os défices. É melhor esperar sentado pelo fim do regabofe.

terça-feira, 28 de junho de 2011

Jefferson: First Inaugural Address

We are all Republicans, we are all Federalists. If there be any among us who would wish to dissolve this Union or to change its republican form, let them stand undisturbed as monuments of the safety with which error of opinion may be tolerated where reason is left free to combat it. I know, indeed, that some honest men fear that a republican government can not be strong, that this Government is not strong enough; but would the honest patriot, in the full tide of successful experiment, abandon a government which has so far kept us free and firm on the theoretic and visionary fear that this Government, the world's best hope, may by possibility want energy to preserve itself? I trust not. I believe this, on the contrary, the strongest Government on earth. I believe it the only one where every man, at the call of the law, would fly to the standard of the law, and would meet invasions of the public order as his own personal concern. Sometimes it is said that man can not be trusted with the government of himself. Can he, then, be trusted with the government of others? Or have we found angels in the forms of kings to govern him? Let history answer this question.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Sodoma E Gomorra

O Brasil está entregue à bicharada, pelos vistos.

A gay-pride de São Paulo reuniu milhões de pessoas. Um autêntico carnaval de rabetas!

Saiam Do Caminho

Segundo um burocrata qualquer, Portugal tem um enorme potencial mineiro e petrolífero. Talvez.

Mas se o fisco, os ecologistas, os economistas e os planeadores que infestam o Poder não saírem do caminho, este potencial não terá uso.

De nada servem recomendações pias aos empresários para que invistam. Eles só investem quando é possível.

Saiam do caminho, parasitas!

sábado, 25 de junho de 2011

Maldita O.N.U.


Responsável por promover javardices como o controlo populacional e a guerra às drogas.

Kadáfi Em Maus Lençois

Os ocidentais estão a espremer fortemente o Kádafi. Estão a financiar e a armar os rebeldes (por intermédio de países terceiros). Estão a impôr um cerco em termos de produtos essenciais, como o petróleo. Para tal, apoiam-se no facto dos rebeldes controlarem a parte este do país, assim como algumas cidades do Oeste junto à Tunísia. Além disso, como o Kadáfi é burro, impôs controlos de preços no território que controla, com a consequência de estar a esfomear os seus próprios apoiantes. Finalmente, estão a promover guerra subversiva dentro de Trípoli, com ataques de guerrilha. Uma guerrilha pouco espontânea, visto que fortemente financiada pelas forças rebeldes e ocidentais.

Já com o Laurent Gbagbo fizeram o mesmo. Armaram os rebeldes através do Burkina Faso e da Nigéria. Impuseram um bloqueio às exportações de cacao. E armaram e financiaram uma guerrilha dentro da cidade de Abidjan (o "comando invisível"). A técnica imperial de conquista de países sob uma aparência de revolução espontânea já está bem rodada. No final do processo, estes governos serão meras colónias ocidentais.

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Gente Corajosa

Portagens atacadas, mais uma vez.

Tendo em conta que as auto-estradas são feitas recorrendo a expropriações, as empresas que as gerem/detêm não têm título de propriedade válido sobre elas. É por isso legítimo atacá-las. Neste caso, a cobrança de portagens é uma extorsão, um imposto.

(E ainda por cima, todas estas auto-estradas são financiadas pelo imposto, pelo que as empresas que disso beneficiam não merecem grande simpatia.)

Entregue-se as auto-estradas aos proprietários de terrenos sobre os quais elas foram construídas.

Guerra Às Drogas: Mais Vítimas

GNR de Loulé baleou suspeito de tráfico de droga.

Lixo Napolitano

Estranha Nápoles, sempre debaixo de lixo! O que se passa? À primeira vista, parece que a Camorra se apoderou pela força e pelo suborno de monopólios criados pelo Estado italiano. Lá como em muitos sítios, a lei concedeu a certas empresas (públicas, provávelmente) o monopólio da recolha de lixo em determinada área. Quando este monopólio falha, a cidade fica inundada de lixo. Estes monopólios-sindicatos-máfias só funcionam porque têm a cumplicidade do Estado. Por si, eram fracos.

A solução? Liberalizar o sector. Abrir à concorrência a recolha de lixo. Baixar os impostos e deixar falir os monopólios. Legalizar o porte de armas, e deixar as pessoas abaterem os mafiosos que as impeçam de recolher o lixo, e de o transportar para fora da cidade. Principalmente, perceber que a principal máfia nesta história é o Estado italiano. A Camorra é simplesmente um grupo de oportunistas que nasce da cumplicidade do Estado. Face à ira popular seriam impotentes, não fosse esta cumplicidade do "mano mais velho".

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Gregos Na Mama

Para quem saiba ler francês, este artigo da Yahoo é interessante. Indica os rendimentos dos funcionários dos transportes públicos gregos. Exageros loucos pagos pelos tributados gregos e agora, europeus e mundiais (FMI, UE,...).

Este parasitismo não acaba com plafonamento de salários (até porque numa sociedade livre os salários são livremente fixados entre patrões e empregadores). Acaba quando o dinheiro secar, ou seja, quando os tributados gregos e europeus se revoltarem e forçarem o Estado a abolir impostos.

Enquanto isso não acontecer, todos os "controlos de excessos", todas as regras que se possa fixar a empresas do Estado ou empresas privadas subsidiadas (bancos, por ex.), e até programas de privatizações, são inúteis e/ou nefastos. De facto, sem diminuição dos impostos, limitam-se a redistribuir de forma mais igualitária ou diferente o bolo dos impostos. Mas não o diminuem: o parasitismo mantém-se. Os opositores dos ditos excessos não costumam perceber isso. Oposição frouxa, portanto.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Psicologia Dos Escravos

Algo de estranho ocorre nos debates em que os liberais participam: as pessoas tomam quase automáticamente partido pelo Estado. E não simplesmente por beneficiarem do Estado. Mesmo aqueles que dependem pouco do sistema costumam defendê-lo. Não faz sentido nenhum defenderem a máfia que os parasita a toda a hora, mas é o que fazem.

A dada altura, é preciso saber dizer "F***-se!", e parar de arranjar desculpas aos canalhas que por aí andam. Pouco importa que os imorais nunca tenham pensado bem nos assuntos, que sejam o fruto das ideias do seu meio, que tenham sido violados pelo tio quando eram novos, que sejam pobres, blá blá blá, etc... São canalhas, são tortos, são criminosos, são imorais, são perigosos. Por isso devem ser combatidos.

Gente com espírito mais cristão poderá combatê-los sem ódio, como quem mata um cão com raiva. Os outros fá-lo-ão com ódio no coração. É uma questão de temperamento. Mas há que ir-lhes às trombas, comê-los, fritá-los, prendê-los, enforcá-los, gozá-los, humilhá-los, refutá-los, e partir-lhes os cornos. Afinal trata-se duma luta entre o Bem e o Mal. A luta política não é um jogo de badminton.

Há que perder o respeito.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Democracia = Mal

Em democracia, não há escolhas fáceis. A escolha é sempre entre vários males, nunca entre o mal e a justiça. O Estado não deixa de merecer todo o nosso desrespeito, por isso, só por ser democrático.

Onde é que já se viu isso?...

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Misogynie À Part

Quando a sua mulher lhe chatear a cabeça, pegue na viola e cante-lhe esta cançoneta:

Liberdade -> Não-Intervencionismo

O grande liberal Murray Rothbard escreveu muito sobre a questão da guerra e do intervencionismo. Eis alguns artigos fundamentais para perceber porque razão do respeito pela liberdade resulta necessáriamente uma política estrangeira pacífica, neutra e defensiva.

War and Foreign Policy: o melhor resumo teórico sobre a questão. Está tudo aqui.

Just War: o conceito de guerra justa, e uma crítica do conceito de segurança colectiva.

Invadam o Mundo: as ideias intervencionistas levadas às suas conclusões lógicas.

Where The Left Goes Wrong on Foreign Policy: a Esquerda e a guerra.

Sobre O Paulo Macedo

Algumas palavras no Porco Capitalista.

domingo, 19 de junho de 2011

O Impériozito Português II

O Estado português tem que sair da UE, da NATO e da ONU. Enquanto permanecer nestes organismos, será infalívelmente levado a intervir militarmente ou diplomáticamente em questões que não dizem respeito a Portugal, e a criar inimigos inútilmente. Será levado a agir nesse sentido pelos membros mais influentes e agressivos destes organismos (França, Grã-Bretanha, Alemanha, Estados-Unidos), tornando-se um brinquedo nas suas mãos, e tornando os portugueses em brinquedos destes poderes militares.

Só desde o princípio do ano, o governo já interveio, com sanções, ameaças, "condenações firmes", recomendações, cooperação técnico-militar, e outras pomposidades do género, e sem contar com as missões que vinham de trás, no conflito da Costa de Marfim, no conflito líbio, na questão nuclear iraniana, preparando-se agora para condenar a Síria pela repressão das manifestações que lá ocorrem.

Esta gente não sossega?!

O Impériozito Português

A república portuguesa não perdeu os delírios de grandeza de outros tempos. Hoje a coisa já não se faz para expandir a palavra de Cristo. A desculpa, agora, é o espírito humanitário e os Direitos do Homem. Nada vão conseguir: não se muda culturas a pontapé. Além da imoralidade e da ilegitimidade destas missões, o que salta à vista é o aspecto patético da coisa: Portugal, repúblicazita bananeira militarmene irrelevante, a querer fazer "ouvir a sua voz no mundo". Há mais de 800 militares numa dezena de terras/mares distantes. Nada disto protege Portugal, nada disto faz amigos aos portugueses.

Congo, Kenya-Somália, oceano Índico, Mediterrâneo, Afeganistão, Timor, Líbano, Bósnia, Kosovo... Nada disto é da nossa conta, nenhum destes povos nos quer mal (excepto por lá estarmos de armas apontadas). Os "nossos" militares estão simplesmente a impôr a soberania dum clã/facção/etnia sobre outro, a tomar partido em querelas impossíveis de resolver, a criar hostilidade para com os portugueses em geral, e a pesar nas nossas carteiras, viajando, matando e papando as habitantes locais à custa do esforço e da segurança de portugueses produtivos.

O Movimento Liberal Social

Ou será o Movimento das Virgens Badalhocas?